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GESTÃO E GERAÇÕES

O fenômeno do choque das gerações (as empresas tem em média em torno de 3 gerações diferentes nos seus ambientes) sempre fará parte do cotidiano das organizações e por isso é importante que observemos atentamente esse fato de forma a buscar uma compreensão profunda sobre as diferenças. Há inclusive pesquisas que apontam que as empresas gastam um tempo relevante para solucionar questões de conflitos entre gerações.

A maturidade nos ensina muita coisa, e cada ciclo de nossas vidas é precioso para nossa entrada com plenitude no ciclo seguinte. Tenho observado que na maturidade é comum o ser humano estar mais focado no “ser” do que no “fazer” ou no “ter” e isso ocorre justamente em razão dos ciclos de vida, que tem tudo a ver com o momento de carreira, de vida pessoal, de conhecimento/sabedoria, de patrimônio pessoal, dentre outros. De qualquer forma as gerações diferentes apresentam diferenças de conceitos e ideias.

A grande sacada de se promover o desenvolvimento humano sistêmico nas organizações está relacionada a consciência e compreensão desses ciclos no contexto dos negócios, que podem representar lacunas nos níveis de estímulo, comprometimento e envolvimento das pessoas com os resultados empresariais.

No ambiente empresarial tradicional é comum que pessoas experientes ocupem as posições elevadas, contudo isso vem mudando radicalmente com a chegada das startups. Para que a conexão e diálogo entre as partes possa existir, é importante que a empresa demonstre e aja no sentido de valorizar a diversidade.

Por isso, quando da definição de suas core competences, é necessária uma boa reflexão quanto a sua importância para o negócio, independente das gerações, pois é possível agregar valor tanto com a experiência e sabedoria da maturidade como com o frescor e inovação da juventude.

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